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 [SHINee] - "O Clone e Eu!"

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AutorMensagem
LaLa
FanFiction Maniac
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MensagemAssunto: [SHINee] - "O Clone e Eu!"   Dom Jul 31, 2011 10:40 pm

Informação

Pronto, eu já acabei a história, mas vou dividi-la porque ainda é grande.
Espero que gostem

__________________________________________



- OH MEU DEUS! ELE ESTÁ PRETO!


* 4 meses antes *


- Jonghyun. OH JONG!

- Que queres Onew? Não vês que estou a ver televisão?

- Quero que venhas comigo comprar uns calções de banho. Se fores comigo podemos passar pela loja que tem cuequinhas sexy’s, eu sei que tu gostas…

- Pois, mas eu tenho muito trabalho aqui a… a… arrumar a casa. Vês? – Disse Jong enquanto sacudia uma almofada do sofá. – Mas pergunta ao Key.

- Ok. KEY!!!!

- Estou ocupado.

- Mas eu não. Anda à sala.

- Não posso. Agora estou a cortar as unhas dos pés.

- Vai demora pelo menos meia hora.

- Só para um pé. Vou ver se o Minho quer vir. Minho?

- Sim? – disse Minho de fora da casa.

- Estás ocupado?

- Estou a bronzear o rabinho. Olha! – Disse todo entusiasmado, entrando pela janela da sala. – Está bronzeado.

- AHAHAHAHA!!!! – gritaram Onew e Jong.

- Que tem?

- Eu nem consigo olhar! – Disse Jong aterrorizado colocando a almofada que tinha nas mãos à frente dos olhos.

- TENS UMA VERRUGA NO RABO! – disse escandalizado Onew, com os olhos bastante arregalados, enquanto apontava para a verruga.

- É de família, não gozem. – disse Minho irritado.

- Desculpa Min! – Disse Onew com cara de cachorro abandonado. – Queres vir comigo comprar uns calções de banho?

- Não posso, agora tenho de bronzear a pilinha.


Minho abandonou a sala, correndo até à sua espreguiçadeira.


- Já podes tirar a almofada Jong.

- Eu acho que vou ter pesadelos para sempre.

- Eu também. Tu viste o tamanho daquilo?

- Se vi, até de África se deve ver aquilo. Já viste se tirassem uma fotografia do espaço com ele assim lá fora? Hihihihi

- Deixa de ser parvo, coitado do rapaz Jong. E se os extraterrestres vissem aquilo?

- Isso não existe bronco. Cá para mim foi um unicórnio que o picou com o corno.

- A sério Jong --‘? Eu acho que o Minho dantes vivia numa manada de vacas e lá o marcaram sem querer. Opa e agora quem vai comigo à loja?

- Pede ao Taemin.

- Eu tenho “babá” escrito na testa? Não vou andar a passear bebés.

- Tá calado, ele está à porta. – disse Jong muito baixinho, com um sorriso forçado para Taemin.

- TAEMIN, AMIGO. Queres vir comigo comprar uns calções de banho?

- Eu ouvi o que disseste, és horrível Onew. Mammããããã.


Taemin começou a correr pelo corredor a berrar até que se trancou no quarto.


- Taemin abre a porta, já não tens idade para isso. – gritou Onew do outro lado.

- Ai não? Mas os bebés choram.

- Foi sem querer Tae. Anda lá comigo à loja, eu depois compro-te a… hum… a nova barbie. Ahm ahm? Que te parece?

- Eu sou um homem pá.

- Um homem. Tá, tá. – Onew começou-se a rir, fazendo com que Taemin começasse a chorar como um bebé do outro lado. - E que tal um chupa-
chupa?

- De quê?

- Olha de merda. – disse Onew baixinho. – Morango?

- Não gosto.

- Coca-Cola?

- Não preenche os meus requisitos.

- Ai que eu vou buscar o chupa e enfio-te pela garganta abaixo… Laranja?

- SIM! – disse Taemin, abrindo a porta. – Laranja, laranja é tão bom.

- Mas quem é quem é que não gosta de chupas de morango? – gritou Onew zangado para Taemin, que já estava a fazer beicinho, prestes a chorar. – Ah… pois muita gente certamente. Vamos?

- Sim. Oh bolas.

- O QUE É AGORA? JÁ NÃO É DE LARANJA? E SE FOSSE O QUE ESTÁ LÁ FORA A FRITAR?

- Não é isso. É que eu estou a frequentar as reuniões dos consumidores anónimos e o passo 5 diz para não ceder ao pecado do consumo. Eu ainda estou em reabilitação, não posso correr o risco de ter uma recaída. Desculpa.


Taemin fechou a porta na cara de Onew, fazendo com que este ficasse mais enervado.


“Mas que se passa com esta gente. Um deu em Cinderela com as limpezas. Outro lembrou-se de aparar as garras. O outro está a passar pelos cinco minutos, a mostrar aquela verruga a toda a gente e o outro pensa que é como aquelas de Hollywood.”


- VOU COMPRAR OS MEUS CALÇÕES. – Gritou Onew.

- NÃO TE ESQUEÇAS DO MEU CHUPA ONEW. – Gritava Taemin enquanto arranhava a porta do quarto desesperado.

- CHUPA NO SAPATO.


Onew saiu de casa. Como ia sozinho, foi até à loja no seu triciclo amarelo e vermelho. Pôs os seus óculos de sol e o capacete. Ao chegar, estacionou o seu veículo motorizado no parque. Ao entrar na loja, dirigiu-se até uma empregada que arrumava uns caixotes.


- Boa tarde. Queria comprar uns calções de banho.


A empregada virou-se para Onew. O mesmo assustou-se ao ver a cara da senhora.


- Ora hoje é o seu dia de sorte. Está a falar com a empregada do mês mais feia.

- Sorte a minha. Olhe eu queria… queria os… Olha desculpe está a fechar os olhos porquê? Está a gozar comigo por ter olhos em bico é?

- Não, falta-me é os óculos.

- A loja não tem outras empregadas? - De preferência mais giras – Pensou Onew - Parece-me tão ocupada.

- Tem ali na outra ponta da loja. Mas eu sou mais competente.

- Obrigada pela ajuda. – Onew caminhou até à ponta da loja. – Olhe, desculpe pode dar-me uma ajuda? Olá… Hey… é surda ou quê? PODE AJUDAR-ME?

- Sim, sim. O que deseja?

- Uns calções de banho.

- Uns sabões para o banho? Enganou-se na loja meu senhor, aqui só se…

- Não, nada disso. Quero uns calções de banho.

- Tem ranho? Ok mas não limpe à roupa.

- QUERO UNS CALÇÕES DE BANHO.

- Calções não temos, só tangas.

- Tangas?

- Sim é surdo ou quê?

- E isso é de homem?

- Se acredito em lobisomens? Credo não.

- Não. A tanga é coisa de macho?

- Por acaso você é um borracho.

- Oh que amável. Olhe, deixe estar assim como assim não preciso assim tanto dos calções. Muito obrigada. – Onew saiu da loja.

- Afinal sempre queria sabões. – Disse a empregada da loja.


Onew estava triste. Precisava de alguém que o acompanhasse às lojas de calções de banho para lhe dizer o que lhe ficava bem. Onew estava tão distante que quase batia com o seu triciclo contra uma boca-de-incêndio.
No caminho para casa, Onew reparou num cartaz na paragem de autocarros. Parou o triciclo para ler o que dizia.


Está farto das tarefas domésticas? De não ter ninguém que vá consigo às compras?
Então nós temos a solução. Não é um tamagotchi, nem um cão. É bem melhor.
Experimente o futuro agora. Peça já o seu clone gratuito.



- Outro tão lindo como eu? Ia fazer inveja ao Taemin. Hihihihi pode ser. – Onew tirou o telemóvel do bolso e digitou o número disponibilizado no cartaz. – Sim boa tarde. Estou a ligar por causa do clone… Sim… Ok eu passo por ai. Até já.


Onew seguiu as indicações que a senhora lhe tinha dado. Chegou a uma espécie de armazém. Tudo tinha um aspecto bastante hostil, por isso para ter a certeza, Onew ligou o GPS do seu triciclo para verificar se estava no local certo. E realmente estava. Como não havia qualquer movimento, Onew decidiu bater no portão do armazém. Esperou um bocado até que uma senhora de bata branca apareceu.


- Como está? Eu telefonei há pouco por causa de um clone.

- Ahh sim. Foi comigo que falou. Entre. Bem como disse, vamos precisar de extrair algumas células do seu corpo para podermos fazer o clone.

- E como é que isso se faz?

- Precisamos de arrancar alguns cabelos.

-E como é que se faz isso?

- Bem… basta puxar pelo cabelo.

- OH MEU DEUS VOU FICAR CARECA?

- Credo senhor não. Só precisamos de uns fios de cabelo.

- Os pêlos debaixo dos braços também têm células?

- Sim…claro que sim. Mas porquê que pergunta?

- É que debaixo dos braços não se nota tanto.

- Oh meu deus que anormal. Olhe não se vai notar.

- Mas eu não quero.


A cientista já visivelmente irritada, deixou cair uma caneta na esperança de que Onew apanhasse o objecto, e assim ela poderia arrancar alguns cabelos.


- Oh doutora, eu sou um cavalheiro, mas não me vou baixar para depois a doutora me arrancar o cabelo.


A mulher engendrou rapidamente outro plano para tentar arrancar o cabelo a Onew. Pensou que talvez se simulasse uma quebra de tensão e fingisse um desmaio, Onew a apanharia.


- MAS QUE COISA? PORQUE TE DESVIASTE? EU DESMAIEI.

- Doutora pensa que sou burro? Você ia atirar-se a mim e depois ganhava a minha confiança para me arrancar o cabelo. Lá porque não tenho doutoramento em clones, não quero dizer que seja burro.

- Não se importa de esperar um pouquinho na sala de espera?


Onew não se importou, sentando-se nos bancos da sala. Com Onew acomodado, a cientista foi ao laboratório donde retirou de um armário um frasco de éter. Da gaveta da secretária, retirou um pano, e de seguida embebeu-o com o líquido do frasco. Colocou o pano no bolso da bata, colocou o frasco dentro do armário e dirigiu-se para a sala de espera.


- Desculpe a demora. – a mulher retirou o pano do bolso, fazendo com que Onew recuasse sempre que a cientista se aproximava. – Não se importa de chegar à minha beira?

- E esse paninho é para quê?

- É… a… é um possível cheiro para o seu clone. Venha ver se gosta para lhe podermos aplicar.


Onew aproximou-se da mulher e aproximou o nariz ao pano, inspirando fundo, para captar o máximo do cheiro.


- Que nojo. Não… ohhh…


Onew caiu redondo no chão. A cientista foi buscar uma placa de vidro e arrancou os fios de cabelo. Pegou em Onew e sentou-o na cadeira e esperou que ele acordasse, pensando numa desculpa para lhe dar. Enquanto isso, começou a preparar as condições para criar o clone. De repente, ouviu gritos vindos da sala de espera. Quando lá chegou, vários cientistas estavam de volta de Onew que estava de pé na cadeira aterrorizado a gritar.


- É um cliente meu. Podem voltar ao trabalho.


As pessoas que estavam na sala começaram a dispersar, deixando apenas Onew e a cientista na sala.


- O QUE É QUE VOCÊ FEZ COMIGO SUA PINDÉRICA? EU LEMBRO-ME DE CHEIRAR UM PANO E DEPOIS APAGUEI. AQUILO ERA UMA DROGA MUITO PESADA NÃO ERA? VOCÊ VIOLOU-ME, SUA ATREVIDA. EU VOU MORRER?

- Ouça. O pano tinha uma solução perfumada para ver se o senhor gostava do cheiro para pormos no clone. Eu não sei o que aconteceu, mas o senhor desmaiou. Deve ter sido a… uma… Você tomou o pequeno-almoço?

- Não.

- Então foi disso. Fraqueza. Quanto ao clone. Não se preocupe dentro de 3, 4 meses o seu clone estará pronto. Depois entramos em contacto consigo para o vir buscar.

- E as células? Tem de as tirar.

- Ahh…não há necessidade…

- Ai que mariquinhas. Dê-me uma das vossas pinças laboratoriais e eu próprio arranco dois pêlos. Deve chegar.

- Apenas um, apenas um.


Após a cientista ter recolhido o pêlo, Onew saiu do armazém, dirigindo-se para o seu triciclo e foi para casa.
Ao chegar a casa, Onew bateu a porta da frente com força, chamando a atenção dos quatro rapazes que estavam sentados no sofá a ver televisão.


- Rapazes, tenho uma coisa importante a dizer-vos. Vamos ter mais um elemento cá em casa daqui a 4 meses.

- Eu não acredito que engravidas-te alguém. – disse Jong abanando a cabeça negativamente.

- Deus não. Não é isso é…

- A tua mãe vem viver connosco? – perguntou aterrorizado Key.

- Não me podem deixar falar até ao fim? Isto é sério.

- Vais casar Onew? Ahm ahm? – perguntou Minho piscando o olho e dando cotoveladas a Onew.

- Pára de me dar cotoveladas. Deixai-me acabar. Eu decidi ter um…

- BOBBY. Oh meu deus compras-te um bobby! – Gritou Taemin todo contente, ao mesmo tempo que batia palmas e pulava no sofá.

- Qual bobby, qual quê. Ias limpar os presentes dele não ias Taemin? Eu decidi ter um clone. – Onew abriu os braços e esboçou um enorme sorriso. – Que dizem?

- Preferia a tua mãe Onew. – criticou Key.

- A minha mãe é uma senhora de respeito sim.

- Outro como tu Onew? Acabamos de ganhar um bilhete grátis ao inferno. – Min disse, fazendo com que os outros soltassem à gargalhada.

- Já estás maior Min? Sentes-te grande com essa piada? Queres ver eu a ficar grande também? O teu rabo foi esculpido por elfos míopes, e essa tua verruga é a cereja no topo do bolo.

- É de família. – Min correu até ao seu quarto a chorar.

- Key. Gozas-te com a minha mãe. Pelo menos a minha mãe não pensa se lavra a terra com a sachola ou com as unhas dos pés.

- Nãããoooo… - Seguindo o exemplo de Min, Key trancou-se no quarto a chorar.

- Estás parvo Onew? Estávamos a brincar contigo. Não era preciso tocares nos assuntos mais íntimos deles.

- A sério Jong, devem ser as últimas coisas em que quero tocar. – Onew riu-se que nem um parvo.

- Não brinques Onew. – Disse Jong assumindo um ar sério. – Ohohoho essa saiu-te bem.


Jong e Onew começaram a rir, até que Taemin os interrompeu. Começou a gritar qualquer coisa, mas estava tão irritado que nenhum dos dois o percebeu, limitaram-se a acenar com a cabeça.
Depois do discurso de Taemin, Onew pediu desculpa a Minho e a Key e todos aceitaram a ideia do clone.


___________________________________________

Depois eu posto a segunda parte
Beijinhos
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kim
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MensagemAssunto: Re: [SHINee] - "O Clone e Eu!"   Seg Ago 01, 2011 2:33 am

ohohohoh oh meu deus, não acredito nisto xD
estou a morrer x'DDD
isto é tao lindo e tao comico. a verruga do minho ahahah coitado. eles sao tao cromos xDD
as tuas saidas partem-me toda. é com cada conversa! E a mulher surda, que épico! xD
continua por favor, adoro estes teus devaneios Razz
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LaLa
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MensagemAssunto: Re: [SHINee] - "O Clone e Eu!"   Seg Ago 01, 2011 11:08 am

Vou já por o resto , para arrumar isto

__________________________________________________________________


Depois do discurso de Taemin, Onew pediu desculpa a Minho e a Key e todos aceitaram a ideia do clone.


* 4 meses depois *


- OH MEU DEUS! ELE ESTÁ PRETO!

- É muito complicado fazer um clone, por isso é normal que haja pequenas diferenças.

- Pequenas?

- Pedimos desculpa.

- Ainda por cima está babar-se. E tem um olho mais para cima que outro. Eu pedi um clone, não o abominável homem das neves

- De graça queria o quê? O super-homem?

- Também dava.

- Vai levá-lo ou não?

- Vou. Vamos Onew 2. – Onew assobiou chamando o seu clone, que foi a correr ter com ele. – Se eu sei que estão a esconder o meu verdadeiro clone, eu atropelo-vos com o meu triciclo.

- Hehehe bamox de trixiclo. Eu poder guiar? – disse o clone do Onew, indo atrás do mesmo em direcção ao veiculo de três rodas.

- Para me babares todo não? Ainda provocas um acidente. Além disso o triciclo é meu, comprei-o com o dinheiro do porquinho.

- Tu xer fixe meu. – o clone ao dizer isto mandou um enorme perdigoto para a cara de Onew.

- Tu foste cobaia para as experiências deles só pode. Vamos.


Onew colocou os seus óculos de sol e o capacete. Começou a guiar com o seu clone atrás que parecia aqueles cães que gostam de ter as bentas ao vento. Onew só conseguia pensar no gozo que ia levar quando chegasse a casa e mostrasse o seu clone aos seus amigos.


- Chegamos. Sai do meu triciclo.

- Heheheheh caxa, caxa…


O clone seguiu Onew batendo palmas. Olhava para os lados muito contente, mas sempre a babar-se.


- As plantas agradecem. – Onew rodou as chaves, abrindo a porta de casa. – Cheguei.

- ONDE ESTÁ O CLONE ONEW? Até compramos champanhe para comemorar, mas não deixamos nenhum para o Taemin. – Minho ria-se mostrando os dentes todos.

- Pois quanto ao clone. Bem… houve uns problemas e ele está um pouco diferente de mim.

- É a tua versão feminina? – Perguntou Jong saltando do sofá, ajeitando-se e abrindo dois botões da sua camisa.

- Não. Oh meu deus TU IAS ATIRAR-TE AO MEU CLONE SE FOSSE MULHER? ISSO É O MESMO QUE TE ATIRARES A MIM, SEU BADALHOCO. – gritou Onew irritado.

- Então? Não me digas que o clone tem um lado marroquino. Marroquinos não. ELE VAI ROUBAR AS MINHAS COISAS. MATA-O, MATA-O. – Gritava Taemin aos pulos no sofá.

- Não saiu marroquino. Sossega o cérebro.

- Saiu mais bonito que eu, Onew. NNNÃÃÃÃOOOO. ESPELHO MEU, ESPELHO MEU. EU SOU MAIS BONITO QUE O CLONE DO ONEW? – gritou Key para o vidro da mesa da sala.

- Acredita Key és muito mais bonito. Queres tentar adivinhar Minho? – Minho abanou com a cabeça. – Podes entrar Onew 2.


Quando o clone entrou na sala, os quatro rapazes ficaram estáticos. Onew levou uma mão à testa, enquanto o clone se ria com todos os dentes que tinha na boca.


- Olá eu xer Onew 2. Praxer.


O clone abraçou os quatro rapazes que estavam de pé.


- Clone Onew. Eu sou o Key. Estás bom?

- Xim, e muito feliz por ter uma caxa agora.


Ao dizer isto o clone mandou vários perdigotos para a cara de Key, fazendo o mesmo entrar em pânico, correndo para a casa de banho a gritar.


- Clone. Senta! – Ordenou Taemin e o clone sentou-se.

- Eu já sabia que vocês iam gozar, olhai para o Taemin a tratar o meu clone como se fosse um cão.

- Quase. Olha para ele como está a gostar das festas que o Taemin lhe está a fazer na barriga. Até abana a perna.

- Ohhh podemos ficar com ele, podemos Onew. – pedia Taemin parecendo uma criança. Onew respondeu-lhe que sim com a cabeça. – Oh boa. Agora vamos dar-te um nome. Ahhh…que tal Godzilla, gostas?

- Godzilla Taemin? Mas perdes-te o pouco de juízo que te restava?

- Tweety?

- Ele não é um pássaro, e de amarelo não tem nada.

- Cyrus?

- Como aquela que usa perucas para cantar? Não. O clone é meu e quem escolhe o nome para ele sou eu. Ele veio de um pêlo, por isso vai ser o pelinho.

- Gostava mais de Godzilla.

- Pelinho, vamos sair. Tenho de comprar calções de banho. Voltamos à hora do jantar.

- Ele come comida de pessoa ou nem por isso?

- Esqueci-me de perguntar à doutora Jong.


Onew e Pelinho saíram de casa, indo até à loja dos calções de banho. Onew pensou em apresentar o seu clone à tal empregada da loja que via mal, ou até à que ouvia menos bem. Queria fazer alguma coisa simpática por ele, visto que foi o único que não se recusou a ir às compras com Onew. Quando chegaram à loja, estavam lá as duas empregadas da primeira vez.


- CORRAM, SALVEM AS VOSSAS VIDAS. O KING KONG REENASCEU. – Disse a empregada que via mal, correndo para fora da loja, ficando apenas a que ouvia mal.

- Anda Pelinho, vou-te apresentar aquela senhora ali, porta-te bem sim? Credo não te babes tanto. – Onew pegou na mão do seu clone, dirigindo-se para a empregada. – Olhe queria apresentar-lhe um amigo meu, ele é novo… oh é verdade tu não ouves bem. – Onew tocou no ombro da empregada, chamando a sua atenção. – Olá, queria apresentar-lhe o meu amigo, ele é novo aqui na cidade. Talvez se pudessem conhecer melhor, ahm. Que me diz?

- O seu amigo pôs um ovo? – perguntou confusa a empregada.

- Não, é NOVO. Que tal irem beber um café os dois ou assim?

- Ele cheira a cholé? Que lave os pés.

- Ok, pronto nós vamos embora. – Disse Onew. – Mas estes calções vêm comigo.


Onew saiu com os calções por pagar, fazendo o alarme da loja activar. Como a empregada não ouvia bem, nem ligou.


- Yes, já tenho os meus calções. Vamos à praia Pelinho. Desta vez eu deixo-te guiar o meu triciclo.


O clone começou a bater palmas e dar pulinhos. Sentaram-se no triciclo e formam até à praia. Apanharam conchas, fizeram castelos de areia, atiraram água um ao outro, apanharam algas. Correram até ao fim do paredão como duas crianças. As coisas estavam a correr muito bem, até que uma onda veio e levou Pelinho. Onew gritava, chorava baba e ranho, mas ninguém vinha em seu socorro. Até que viu Pelinho a vir à superfície e a cuspir água da boca como fazem as baleias quando vêem à superfície. Onew ajudou Pelinho a sair da água e foram para casa.
Quando chegaram a casa, Pelinho ofereceu-se para fazer o jantar. Como Pelinho tinha problemas de fabrico, confeccionou uma comida terrível, trocou o sal por açúcar na salada, em vez de usar caril no arroz usou canela e em vez de colocar o frango, que já estava temperado, no forno, começou a desenhar-lhe uma saia nas coxas, uma t-shirt na zona das asas e meias no fim das coxas. Os rapazes foram chamados pelo clone para virem jantar, mas quando chegaram à cozinha, ficaram todos muito sérios.


- NÃÃÃÃÃOOOO. O FRANGO. QUE LHE FIZESTE PELINHO? – Gritou Onew a chorar.

- Eu vexti o frango, coitadinho. Devia extar com frio.

- Onew respira e conta até 10. – Disse Jong. – Vamos encomendar comida.

- Não é prexixo. Comemox já a xobremexa. Eu faxer extex bolinhox com a plaxticina que extava no quarto dexte aqui. – Disse o clone apontando para Taemin.

- NÃÃÃÃOOOO. A MINHA COLECÇÃO DE PLASTICINA. – Taemin correu até ao seu quarto, fazendo com os restantes ficassem sérios na cozinha, à excepção de Pelinho.

- Max que menina. – Disse o clone, começando-se a rir. – A plaxticina não tem muitax caloriax. – Gritou para o quarto de Taemin.


Onew ficara chocado com o que Pelinho tinha feito com o frango. Key passou-lhe um braço pelos ombros e Jong dizia-lhe que ele era forte e que iria ultrapassar isto. Enquanto isso, Minho foi chamar Taemin para jantar. Quando entrou no quarto, Minho viu Taemin a chorar no chão rodeado por muitos pacotes de plasticina.


- Então Taemin. Vá lá. Então que é isso?

- Aquele boi mal parido deixou a Floris viúva.

- Ok Taemin, tu dás nomes aos pacotes de plasticina?

- São família Minho. Pobre Floris. Agora vai ter de preparar o funeral do marido, com dois filhos por criar.

- Taemin, tu tens problemas, tens noção disso? Agora vamos comer. Depois deixas-me brincar contigo com as plasticinas?

- Nem pensar. Estão a passar um mau bocado. Um deles morreu hoje. Não tens sentimentos? – Taemin levantou-se e dirigiu-se para a porta do quarto, deixando Minho no chão encantando com a colecção de plasticinas de Taemin. – AAHH. Larga Minho. Isso é meu.


Minho pousou o pacote de plasticina que estava prestes a por no bolso e levantou-se saindo com Taemin até à cozinha. Depois de jantarem, foram para a sala ver televisão. Os cinco sentaram-se no sofá e Pelinho deitou-se aos pés deles. Estavam a ver um filme de terror. Quando dava uma cena assustadora os cinco encolhiam-se todos e gritavam, enquanto o clone se ria e babava.


- Ele saiu mesmo torto, oh Onew. É verdade. Onde é que ele vai ficar a dormir? – Perguntou Jong.


Isto fez com que todos olhassem uns para os outros, como quem “No meu quarto é que nem pensar”. Depois de alguns minutos, os rapazes pronunciaram-se.


- É assim, no meu quarto não vai dar. Eu tenho muita coisa lá de metal e ele como se baba que é uma coisa incrível, onde enferruja alguma coisa. – Explicou Taemin.

- No meu também não vai dar. Eu tenho uma varanda e ele ainda se manda abaixo dela por se achar diferente. – Disse Minho.

- A sério Minho? Isso é a tua desculpa? Pronto no meu também não vai dar. Eu tenho lá um baú com brinquedos sex… - Jong calou-se ao ver que os olhos dos rapazes ficavam cada vez maiores. – Brinquedos antigos, com um grande valor sentimental. Opa e não dá. Ele podia pensar que eram para brincar.

- Eu faço xixi na cama. – Disse Key muito rápido, fazendo com que todos o olhassem sérios.

- Com essa idade??

- Eu tenho uma bexiga pequena.

- Não fax mal. Eu dormir lá fora.


Os rapazes ficaram acordados até tarde a verem filmes. Pelinho ronronava nos pés dos cinco, Onew já estava no seu quarto, Taemin e Minho já dormiam, o primeiro a chuchar no polegar e o segundo de boca aberta com um fio da baba a descer-lhe pelo queixo.


- Olha Key, está a imitar o Pelinho. – Disse Jong.

- Vamos por pasta dos dentes nas mãos do Minho e acordámo-lo?

- Fixe. Vai tu buscá-la, estás mais perto da saída.

- Não consigo, tenho o Pelinho aos pés.

- Espeta-o com as tuas unhas dos pés. Ele deve desviar-se.


Key assim o fez. Passado pouco tempo, Pelinho desviou-se dando espaço para que Key pudesse buscar a pasta dos dentes. Key trouxe um tubo ainda cheio para puder despejar a maior parte de pasta nas mãos de Minho.


- E o que fazemos ao Taemin? – perguntou Key.

- Já sei. – Disse Jong com um sorriso sádico. – tens papal autocolante? – Key abanou a cabeça afirmativamente. – Vai buscar um pouco.


Key foi ao seu quarto procurar o papel. Voltou com uma tirinha, como Jong lhe tinha dito.


- Agora cola isso à sobrancelha do Taemin.

- Estás doido Jong? Gostei. Ele vai acordar o Minho com um berro e ele vai borrar-se todo. Hihihihi.


Key obedeceu e colou o papel sobre a sobrancelha de Taemin com bastante cuidado, passando várias vezes a sua mão para se certificar que ficava bem colado. Key olhou para Jong, que agora estava ao seu lado e contaram até três muito baixinho. Aos três, Key puxou a tirinha de papel, arrancando a sobrancelha de Taemin, fazendo o mesmo gritar, acordando Minho, que levou as mãos à cabeça com o susto. Taemin berrava devido à dor que aquilo lhe tinha causado. Minho fez uma cara estanha quando percebeu que o seu cabelo e parte da cara estavam pastosas. Jong e Key riam-se como perdidos, acordando Onew e Pelinho. Onew quando chegou à sala, percebeu a situação e juntou-se a Key e Jong. Pelinho estava encostado à parede a agarrar as pernas, aterrorizado.


- Eu poder xer o próximo. Eu ir dormir agora.


Pelinho saiu a correr da casa. Taemin tacteava a sua “sobrancelha” gritando cada vez mais. Minho, ainda meio adormecido apalpava o seu cabelo. Os Jong e Key não paravam de rir. Onew foi buscar um creme para Taemin.


- EU VOU MATAR O PELINHO. – Gritava Taemin. – ELE GOSTA DE RECEBER MIMINHOS, TEM NOME DE CÃO, DORME LÁ FORA E NÃO SABE ATACAR QUANDO VÊ QUE ESTOU EM PERGIGO?

- Estás mesmo lindo Tae. – gozavam Key e Jong.

- EU VOU-ME VINGAR. OUVIRAM. VÃO TODOS CAIR AOS MEUS PÉS.

- É uma brincadeira.

- BRINCADEIRA? OLHA PARA MIM? SÓ COM UMA SOBRANCELHA. PAREÇO O RABO DO MINHO COM UMA VERRUGA SÓ DE UM LADO.

- HEY NÃO METAS O MEU RABO AO BEDELHO.

- Acalmai-vos. Toma Taemin. Põe um pouco para não ficar tão vermelho. – disse Onew entregando um tubo de creme.

- OH MEU DEUS ESTÁ VERMELHO? – Taemin correu até ao seu quarto a chorar.

- Boa. Agora ele só sai daquele quarto daqui a dois meses. – Resmungou Onew, enquanto reprimia o riso, com Key e Jong. – Vão dormir. Já chega de parvoíces. Minho vai tomar banho.

- Espera Minho. – Disse Key. – Tens pasta dos dentes que me emprestes?


Isto provocou a gargalhada dos que estavam na sala, menos de Minho.


- Tenho. Porque não vens tirar um bocado com essas tuas unhas dos pés.


Key ficou magoado com aquele comentário. Já tinha lágrimas nos olhos, mas para não dar parte de fraco, aguentou-as até chegar ao seu quarto.


- Podias ter chorado aqui Key, acordas os vizinhos à mesma. – Provocou Minho.

- CAMA JÁ. – gritou Onew.


Cada um se dirigiu para o seu quarto, à excepção de Minho que foi tomar um banho. Essa noite foi para esquecer. Nenhum deles dormir, por causa de Taemin e Onew que pareciam tubos de escape de tractores. Todos rezavam para que aqueles dois sossegassem, mas isso só aconteceu por volta das cinco da manhã. Jong foi o primeiro a acordar. Ao sair do quarto viu Minho colocar geleia à porta do quarto do mesmo.


- Sério? Geleia?


Minho assustou-se e riu-se para tentar esquivar-se daquela situação. Jong e Minho dirigiram-se agora ao quarto de Onew. Começaram a bater à porta do mesmo.


- Onew acorda, quero comer. – pedia Jong.

- É anda fazer o pequeno-almoço. – desta vez era Minho a pedir.


Onew apareceu do outro lado da porta, apenas com uma toalha em volta da cintura e com os cabelos molhados.


- Vossas excelências querem pequeno-almoço às duas da tarde?

- Também pode ser um grande almoço, oh Onew. – disse Minho, afastando-se, indo até à sala.

- Grande lata. – disse Onew indo atrás de Minho a segurar a toalha para que não caísse. – Queres comer? Faz tu olha. Não é muito difícil preparar uma tigela de cereais.

- Mas o leite aquece-se. Eu posso queimar-me Onew.

- Anda já para a cozinha, a partir de hoje vais tu preparar o que queres comer.


Onew arrastou Minho até a cozinha que só parou de reclamar quando Jong entrou na mesma.


- Queres comer o quê Minho?

- Não digo. – Respondeu Minho cruzando os braços ao peito, virando a cara a Onew amuado.

- Queres que te corte fruta para uma tigela?

- Não gosto de fruta.

- Olha Minho, então come um homem.

- Por acaso até gosto bastante. – respondeu Jong interrompendo a discussão dos outros dois. Ao perceber o que havia dito, Jong tentou corrigir logo de imediato. – Não da fruta. Gosto bastante da fruta. Não de homens. Credo. É verdade, onde está o Pelinho? Já não devia estar a esgravatar na porta?

- É verdade.


Onew abriu a porta de casa e encontrou Pelinho a dormir enroscado no tapete de entrada.


- Pelinho. Acorda. Anda comer alguma coisa.

- Eu querer uma omeleta e xumo de laranja.

- Para quem vem de um pêlo, és bem exigente.

- Mas eu poder ir buxcar o correio, primeiro?


Onew concordou e Pelinho foi a correr até à caixa do correio. Como ia a correr tropeçou numa pedra e caiu, ficando com mais de metade do corpo na estrada. Nesse preciso momento, passou um camião TIR, esmagando metade de Pelinho. Onew à porta de casa ficou aterrorizado, e tomando consciência do sucedido, começou a gritar, fazendo com que os quatro rapazes aparecessem fora de casa.

- AHAHAHAH SANGUE. – Gritou aterrorizado Key, correndo para dentro de casa.

- AHAHAHAH CÉREBRO. – Gritando desta vez Taemin.

- Alguém morreu não foi? – Perguntou Minho, recebendo um olhar de “dah” de Onew e Jong. – AHAHAHAH UM ESPIRÍTO.

- Bem pelo menos não temos de comer mais bolinhos de plasticina nem frangos meninas. Quem é que desenha uma saia a um frango? Chama-se frango.

- E agora Jong? – Perguntava Onew a choramingar.

- Agora vamos fazer um funeral digno ao Pelinho, ou ao resto dele.


Passado uma semana depois daquele terrível incidente, os cinco rapazes regressavam do funeral de Pelinho. Os rapazes sentaram-se no sofá para consolar
Onew, enquanto Taemin se ofereceu para fazer um discurso.


- O Pelinho foi um bom clone. Ele está sempre presente nos nossos corações. Foi graças a ele que aprendi a partilhar a minha colecção de plasticina. Foi graças a ele que aprendemos que salada com açúcar é uma porcaria. Foi graças a ele que o Onew tomou consciência de que não é assim tão bonito. E foi ainda graças e ele que aprendemos que nunca devemos ir a correr ver o correio. Obrigado.


Taemin sentou-se junto aos rapazes. Jong levantou-se.


- Eu gostava de dizer algumas palavras. Agradeço que ouçam até ao fim. – Jong fechou os olhos e pôs-se e joelhos, erguendo os braços para cima. – Oh Deus. Que nos tiraste o Pelinho tão cedo. – Os quatro que estavam no sofá arregalaram os olhos. – Ele ainda tinha uma vida cheia de surpresas junto de nós. É verdade que muitas vezes evitávamos o Pelinho. E eu não fui excepção. Quando estávamos a decidir onde ficaria o Pelinho a dormir, eu descartei-me porque, meus amigos. – Disse Jong olhando para os que estavam no sofá. – Eu não tenho brinquedos antigos, mas sim brinquedos sexuais.

- Nós já sabíamos disso, Jong. – Disse Minho. – Eu também gostava de dizer umas palavrinhas. – Minho levantou-se e iniciou o discurso. – Em homenagem ao Pelinho, eu irei fazer uma operação e tirar a herança de família. Eu vou tirar a minha verruga por ti, Pelinho, porque eu sei o que é ser diferente. Obrigada.


Minho sentou-se no sofá. Apesar da primeira impressão que tiveram de Pelinho, não conseguiam esquecê-lo. Ele estaria presente sempre que Onew vestisse os seus calções de banho. Sempre que Taemin brincasse com a sua plasticina. Sempre que Minho olhasse para o frasco que tinha a sua verruga. Sempre que Key fosse cortar as unhas dos pés que serviram para afastar Pelinho. E sempre que Jong abrisse o baú dos seus brinquedos.


FIM

______________________________________________

Aquela parte de "come um homem" foi por causa de uma colega minha que disse que estava com fome e estava a olhar para o bar da escola e eu disse "come um homem" e ela lá devia estar a olhar para os bolos e disse "por acaso até gosto bastante" , pronto e ficou .

Beijinhos
Espero que tenham gostado
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Saoriih
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MensagemAssunto: Re: [SHINee] - "O Clone e Eu!"   Seg Ago 01, 2011 11:30 pm

Oh Meu Deus, acho q nunca me ri tanto por causa de uma fic xD
Tá mesmo muito boa x']
Devias fazer mais fic's deste género, pois são de morrer a ri :'D
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Cho MinTae
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MensagemAssunto: Re: [SHINee] - "O Clone e Eu!"   Ter Ago 02, 2011 3:25 pm

Omo, eu estou-me a rir tanto com isto!
As tuas comédias são as melhores Lala-chan ^^ Eu adoro a tua imaginação para inventares estas coisas e o teu humor *-*
Isto está tudo tão engraçado, mas a cena da verruga do Minho xD
Awww, seus maus, ninguém quis acompanhar o Onew à loja e ele teve de arranjar um clone ~~
Eu ri tanto com a cena do triciclo, estou a imaginar ele a conduzir um XD e as conversas distorcidas com a mulher surda Razz
O escândalo que ele fez porque não queria que lhe arrancassem cabelo XD
O Pelinho era desastrado mas até era cute *-* Que pena ter acabado assim ~
O Jong e o Key e as partidas aos outros, tadinhos dos Mins ~~


Eu adorei! Diverti-me tanto Very Happy
Continua a escrever estas coisas ^^
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LaLa
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MensagemAssunto: Re: [SHINee] - "O Clone e Eu!"   Ter Ago 02, 2011 5:56 pm

Ainda bem que gostaram ^^
Haver se escrevo mais com muito nexo e educativas
Eles se botam os olhos nestas coisas , torturam-me com os pauzinhos
Enfim , que bom que gostaram
Beijinhos
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MensagemAssunto: Re: [SHINee] - "O Clone e Eu!"   

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